O primeiro selo Brasil Território Livre da Homofobia, que pretende divulgar o serviço Disque 100 de denúncias de violência homofóbica, foi lançado e colado na tarde de sábado (19) na Avenida Paulista, em São Paulo. O selo foi lançado na Casa das Rosas pela ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, com a participação da senadora Marta Suplicy (PT-SP) e do secretário de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo, José Gregory.
Segundo a ministra, é importante que as pessoas não tenham medo de denunciar um ato violento contra os homossexuais. “Quem ligar para o Disque 100 será atendido por um grupo altamente qualificado e não necessariamente precisará dizer o seu nome. O mais importante para fazer com que as pessoas estejam fortes, para fazer a denúncia, é que elas percebam que aquilo que elas denunciam é levado adiante, e que a impunidade não permanecerá, que os crimes homofóbicos serão trabalhados, julgados e responsabilizados”, afirmou.
Além de divulgar o telefone de denúncia contra a violação dos direitos humanos, o selo também servirá para que se faça um levantamento sobre os casos de violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, que servirá para a implantação de políticas públicas voltadas para essa população.
“Queremos ter uma visão nacional sobre essa situação da homofobia, porque há muitas discriminações e muita violência e, disponibilizando o número 100, sete dias por semana, 24 horas por dia, gratuito, e para todo o Brasil. Vamos ter, pela primeira vez, uma amostragem do que significa a situação da homofobia em todo o território nacional”, disse.
Segundo a secretaria dos Direitos Humanos, entre os dias 6 de dezembro de 2010 e 16 de fevereiro deste ano, quando o Disque 100 funcionou apenas experimentalmente, foram recebidas 343 denúncias de violência, 17% delas eram relatos de violência física.
Já um levantamento feito pela organização Grupo Gay da Bahia (GGB) em jornais e na internet, e que estampou faixas que foram penduradas em várias pessoas presentes ao lançamento do selo, mostra que entre os anos de 1969 e 2010 ocorreram 494 homicídios motivados pelo preconceito contra homossexuais. Só em 2010, foram noticiadas 24 mortes.
Durante o lançamento do selo, o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Tony Reis, também falou da importância de que seja aprovado, no Congresso, o Projeto de Lei 122, que pune os crimes homofóbicos.
“Temos um adversário comum, que são os religiosos fundamentalistas. Precisamos ter um diálogo com os religiosos e dizer que não queremos privilégio nenhum, não queremos destruir a família de ninguém. Queremos construir a nossa”, disse Reis.
Segundo a senadora Marta Suplicy, apesar de o Congresso Nacional, hoje, ter uma grande bancada religiosa, a lei deve passar. “Não temos que convencer ninguém que tem um dogma, e que temos que respeitar. Temos é que falar com os deputados e senadores que concordam, mas que têm medo do eleitor. Esses são os que temos que convencer”, disse a senadora.
Segundo ela, o Legislativo precisa vencer o seu atraso perante a sociedade com relação a esse tema. “Não podemos esquecer que quem caminhou foi a área da Justiça e a sociedade civil. Quem se acovardou foi o Legislativo”, completou.
Fonte: http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/sociedade-4/secretaria-de-direitos-humanos-lanca-selo-contra-homofobia-44121.html
sexta-feira, 11 de março de 2011
Homossexualidade ajuda a moldar evolução
Relações homossexuais são quase universais no reino animal e podem ser agentes importantes de mudança evolutiva, afirma uma dupla de pesquisadores dos EUA. No entanto, eles alertam que os zoólogos podem estar rotulando de “homossexualismo” uma série de comportamentos diferentes.
O estudo, publicado hoje no periódico “Trends in Ecology and Evolution”, é uma revisão das pesquisas já feitas sobre relações homossexuais animais.
Essa área ganhou grande atenção do público após 1999, quando o zoólogo Bruce Baghemil publicou o livro “Biological Exuberance”, documentando homossexualismo em mais de 400 espécies. Há milhares de exemplos na literatura.
Que machos gostem de fazer sexo com machos e fêmeas com fêmeas é um enigma evolutivo. Afinal, um gene gay (ou vários genes) seria eliminado, pois à primeira vista ele não ajuda a espécie a se perpetuar. “A grande questão é como explicar qual é o sentido evolutivo”, diz César Ades, etólogo (especialista em comportamento animal) da USP (Universidade de São Paulo).
Qual é, então, a vantagem da homossexualidade para os animais? Os autores do novo estudo, Nathan Bailey e Marlene Zuk, da Universidade da Califórnia em Riverside, dão um exemplo. Veja as fêmeas do albatroz-de-laysan (Phoebastria immutabilis), do Havaí.
Essas aves se unem em casais lésbicos que às vezes duram a vida inteira para criar os filhotes, especialmente quando há escassez de machos. Até um terço dos casais da espécie são formados por fêmeas. O resultado é que elas têm mais sucesso do que fêmeas “solteiras” na criação dos filhotes. O comportamento homossexual, portanto, muda a dinâmica da população –e pode ter consequências evolutivas importantes.
A conclusão do estudo é que não existe apenas uma vantagem universal. Ao contrário, a homossexualidade ajudou as espécies de diferentes formas ao longo da evolução. O nome designa, então, vários fenômenos diferentes, com motivações distintas.
Humanos
Por isso, é complicado transpor essas conclusões para humanos. “Existe homossexualidade numa variedade grande de animais: moscas, lagartos, golfinhos. Qual animal tomar como medida para comparar conosco?”, diz Ades.
Entre os animais, os mais próximos de nós são os bonobos. As fêmeas dessa espécie de chimpanzé são vistas frequentemente se relacionando sexualmente – e não raro atingem o orgasmo dessa maneira. Alguns machos se beijam e praticam sexo oral uns nos outros.
É mais difícil entender as causas do homossexualismo em primatas, especialmente em humanos. A quantidade de fatores envolvidos é muito maior. Ao contrário do que acontece com os peixes-mexerica, por exemplo, não se trata de algo simples como não saber diferenciar machos e fêmeas.
Algumas coisas, entretanto, se sabe. Estudos com gêmeos mostram que existe uma tendência hereditária a ser gay ou lésbica. Mas esses trabalhos não conseguem mostrar quais os mecanismos por trás disso.
Além disso, comportamento homossexual é diferente de orientação sexual. Foram encontradas boas explicações para o primeiro item no reino animal, mas ainda é complicado entender quais as vantagens evolutivas que se pode ter simplesmente nunca se relacionando com seres do outro sexo.
Matéria em http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u582219.shtml.
Dave Navarro: carta aberta para adolescentes LGBT
O guitarrista da banda JANE'S ADDICTION, Dave Navarro, escreveu uma carta aberta para adolescentes gays, bissexuais e afins que sofrem bullying, os estimulando a buscar aconselhamento antes de desistirem e decidirem cometer suicídio.
Em uma carta aberta postada em seu website, Navarro escreve:
Ok, pessoal, o negócio é o seguinte:
Eu não posso imaginar como é crescer num ambiente de mente fechada e ser gay, bissexual ou transgênero. Não acredito que nenhum de nós que não o é pode sequer imaginar. A força e o caráter que se precisa para se manter honesto consigo mesmo num ambiente tão intolerante são qualidades que a maior parte do mundo necessita... É triste, mas é verdade. É exatamente assim no momento. De qualquer forma, é essa mesma força e caráter que dão ao mundo esperança para um novo modo de pensar e aceitar as coisas no futuro, e quando uma de nossas crianças desiste e se entrega, não é só uma tragédia, mas uma vitória para aqueles que temem a diversidade.
NÃO DEIXE ELES VENCEREM!
Eu sei o quão opressivos os sentimentos podem ser e o quão pequena a realidade pode parecer, mas o ponto principal é que isso não é mais do que uma gota num balde comparado à magnitude da vida. Você pode passar por isso.
O ensino médio é cheio de opressores e ódio baseado em medo, assim como o mundo.
Com qualquer grupo de pessoas vem um percentual de pessoas que simplesmente não entendem, e provavelmente nunca vão entender. E está tudo bem. Todos nós lidamos com isso até certo ponto. A verdade é que no ensino médio, você está meio que preso num grupo do qual você é parte até a formatura, mas confie em mim... Você pode escolher com quem você se relaciona e existem várias pessoas com a mente como a sua pelo mundo que são compreensivas, acolhedoras e amorosas. Às vezes só precisamos agüentar mais um pouco para conhece-las.
A verdade dura e triste é que uma vez que se escolhe o suicídio, é isso. Não existe volta. Claro, existe uma comoção pública e TALVEZ seus opressores sintam remorso por um tempo, mas tudo passa, a vida segue, os opressores deixam que a memória se apague e seguem com suas vidas. Eles aprendem a rir, a amar, atingem suas metas e em muitos casos acabam tendo uma vida produtiva e completa. Quem perde? Você perde! Sua família perde! Seus amigos perdem! Outros adolescentes que precisam de apoio nessa área perdem! É isso mesmo... todos nós perdemos! Agora o mundo tem uma mente aberta e diferente e única e sensível a menos. Ao invés disso, nós herdamos os opressores, o medo, o oposto... Nosso mundo tem uma alma a menos pra o ajudar a evoluir para um novo nível de esclarecimento.
Pessoalmente, eu vi muita escuridão e tragédia que pareciam intransponíveis. O assassinato da minha mãe, minha batalha contra o vício em drogas, a perda de amigos e familiares. Depressão e desespero profundos. É claro que a idéia de suicídio passou pela minha cabeça uma ou duas vezes.
Me deixe compartilhar isso. GRAÇAS A DEUS eu nunca tomei essa atitude. Os amigos que fiz, as experiências que tive, os risos que compartilhei, eu teria perdido tudo isso. Em retrospecto, alguns de meus momentos mais obscuros agora parecem tão pequenos e insignificantes que eu me surpreendo por ter dado tanta importância a eles na época. Eu até sou capaz de rir deles agora.
Quando penso nos tempos em que considerei acabar com tudo, acabo dizendo pra mim mesmo, 'o que eu estava pensando?'
Para aqueles de vocês que estão considerando tomar tal caminho, por favor, nos façam um favor. Procure aconselhamento primeiro. Encontre uma rede de pessoas que tenha passado pelo que você está passando. Ajude outros que estão em situação ainda pior que a sua. Estou certo de que você pode encontrar paz.
Como você sabe, nossa sociedade e clima político são TÃO dividos agora. Nós precisamos da sua voz. O mundo todo precisa da sua completa existência para aceitar a si mesmo e onde estamos indo como planeta e espécie.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Psicólogos aprovam material do MEC sobre homofobia
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) se posicionou a favor da distribuição pelo Ministério da Educação (MEC) de material educativo contra a homofobia nas escolas públicas de todo o Brasil.
Chamada de “kit Gay” pelos homofóbicos, a iniciativa é voltada para alunos do Ensino Médio e é composta por vídeos que mostram o cotidiano de alunos LGBTs. Em um deles, a Transexual Bianca se apresenta e se questiona por não poder usar o banheiro feminino, por exemplo.
Segundo o Conselho, a iniciativa “representa material de vanguarda, pois são instrumentos de capacitação e formação continuada para o próprio professor. O kit reforça a atenção e cuidado com os temas transversais da educação nas relações de ensino-aprendizagem, como no caso do respeito à diversidade sexual”.
A aprovação do Conselho Federal de Psicologia vai ser somada a outros documentos favoráveis à distribuição. Eles serão entregues pela militância ao MEC como forma de garantir e reforçar que o material seja distribuído e não seja barrado, como pede o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), da bancada homofóbica no Congresso Nacional.
Fonte: http://centraldenoticiasgays.blogspot.com/
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Comissões da Diversidade Sexual da OAB
Em face do surgimento do Direito Homoafetivo e a necessidade de assegurar direitos à população LGBT torna indispensável a qualificação dos advogados.
Por isso foi criada a Comissão de Direito Homoafetivo do IBDFAM sob à presidência da Marília Arruda do Rio de Janeiro - marilia.arruda@afp.adv.br.
Também vem sendo instaladas nas Seccionais da Ordem dos Advogados Comissões da Diversidade Sexual, o que vem acontecendo em muitos Estados.
Em vários outros Estados existem grupos que vem se mobilizando.
Alagoas
Comissão da Diversidade e Direito Homoafetivo do IBDFAM/AL
Presidente - Emanoella R. Remigio de Oliveira - remigiodeoliveira@hotmail.com
Data de Instalação - 10/11/2010
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual da OAB
Coordenadora - Vânia Lima - ibdfam.al@gmail.com
Bahia
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual e enfrentamento à Homofobia da OAB
Coordenador – Filipe de Campos Garbelotto - filipegarbelotto@hotmail.com
Bahia - Itabuna
Comissão da Diversidade Sexual da OAB
Data da instalação - 11/08/2010
Coordenadora - Rafaelli Lins - rafaellidantas@hotmail.com
Ceará
Grupo da Diversidade Sexual
Coordenação - Denise Falcão - denisefalcao13@gmail.com
Distrito Federal
Comissão de Liberdade Sexual
Data da instalação - 02/12/2010
Presidente - Radan Nakai radam@terra.com.br
Vice Presidente - Eliene Bastos. elienebastos@terra.com.br
Espírito Santo
Comissão de Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB
Data da instalação - 29/04/2010
Coordenadora – Flávia Brandão Maia Perez - brandaomaia@uol.com.br
Goiás
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB
Data de Instalação - 10/06/2010
Coordenadora - Chyntia Barcellos - chyntia@chyntiabarcellos.com.br
Mato Grosso
Comissão da Diversidade Sexual da OAB
Data da instalação - 30/01/2009
Presidente – Danielle Barros Garcia - adv_danielle_garcia@yahoo.com.br
Minas Gerais
Comissão da Diversidade Sexual
Data da instalação - 18/10/10
Presidente - Marisa Campos - marisa@marisacampos.adv.br
Minas Gerais - Juiz de Fora
Comissão da Diversidade Sexual
Data da criação – 14/10/2010
Coordenador - Fernando Menta Soares - menta.advocacia@yahoo.com.br
Pernambuco
Comissão de Apoio à Diversidade Sexual e Combate a Homofobia – CADSCH
Data da instalação - 17/04/2009
Presidente – Maria Rita de Holanda Silva Oliveira - holandabrasileiro.adv@hotmail.com
Pará
Comissão de Diversidade Sexual
Data da instalação - 04/05/2010
Coordenador - Samuel Luiz de Souza - samuelsouza.adv@gmail.com
Paraíba
Grupo para a Criação da Comissão da Diversidade Humana e Dignidade Sexual
Coordenador - João Baptista de Mello Neto - jbaptista_neto@hotmail.com
Paraná
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenadora - Ana Carla Harmatiuk Matos – a.c.matos@uol.com.br
Rio de Janeiro
Comissão de Direito Homoafetivo do IBDFAM
Presidente - Marília Aruda - marilia.arruda@afp.adv.br
Data da Instalação - 10/11/2010
Comissão da Diversidade Sexual
Data da Instalação - 04/01/2011
Presidente - Raquel Pereira de Castro Araujo - raquelcastro.adv@gmail.com
Rio Grande do Norte
Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Intolerância
Data da instalação - 11/11/2010
Presidente – Fernando Gaburri - diversidade@oab-rn.org.br
Rio Grande do Sul
Comissão da Diversidade Sexual
Data da instalação - 01/12/2009
Presidente – Flávia Viegas Damé - fvdame@uol.com.br
Rondônia
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenador - Fabio Viana Oliveira - oliveirasadvocacia@gmail.com
Roraima
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenadora - Denise Cavalcante - denisecavalcanti@click21.com.br
Santa Catarina
Comissão da Diversidade Sexual
Data de instalação: 18/11/2010
Coordenadora - Maria Aparecida - effting@efftingadvogados.com.br
São Paulo
Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual – GADvS - http://www.gadvs.com.br/
Coordenadora - Ligia Conti - ligia_conti@yahoo.com.br
São Paulo - Campinas
Comissão de Direito Homoafetivo
Coordenadora - Maria Helena Almeida - mhalmeida-42@uol.com.br
São Paulo - Guarulhos
Comissão de Direitos da Diversidade Sexual
Data da instalação - 01/01/2010
Presidente – Mariana Panariello Paulenas - marianapp@gmail.com
São Paulo - Santo André
Comissão de Defesa dos Direitos da Diversidade Sexual e Homoafetividade - CDDS
Data da instalação - 11/08/2010
Presidente - Eliane Ferreira de Laurentis - elianedelaurentis@hotmail.com
São Paulo - Santos
Comissão da Diversidade Sexual
Data da aprovação – 10/10/2010.
Coordenadora - Rosangela Novaes - rosangela@litoral.com.br
Sergipe
Grupo para a Criação da Comissão da Diversidade
Coordenador - Thenisson Santana Doria - thedoria@infonet.com.br
Tocantins
Grupo para Criação da Comissão da Diversidade Sexual
Coordenador - Adriano Fernandes - afmafmafm@hotmail.com
Por isso foi criada a Comissão de Direito Homoafetivo do IBDFAM sob à presidência da Marília Arruda do Rio de Janeiro - marilia.arruda@afp.adv.br.
Também vem sendo instaladas nas Seccionais da Ordem dos Advogados Comissões da Diversidade Sexual, o que vem acontecendo em muitos Estados.
Em vários outros Estados existem grupos que vem se mobilizando.
Alagoas
Comissão da Diversidade e Direito Homoafetivo do IBDFAM/AL
Presidente - Emanoella R. Remigio de Oliveira - remigiodeoliveira@hotmail.com
Data de Instalação - 10/11/2010
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual da OAB
Coordenadora - Vânia Lima - ibdfam.al@gmail.com
Bahia
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual e enfrentamento à Homofobia da OAB
Coordenador – Filipe de Campos Garbelotto - filipegarbelotto@hotmail.com
Bahia - Itabuna
Comissão da Diversidade Sexual da OAB
Data da instalação - 11/08/2010
Coordenadora - Rafaelli Lins - rafaellidantas@hotmail.com
Ceará
Grupo da Diversidade Sexual
Coordenação - Denise Falcão - denisefalcao13@gmail.com
Distrito Federal
Comissão de Liberdade Sexual
Data da instalação - 02/12/2010
Presidente - Radan Nakai radam@terra.com.br
Vice Presidente - Eliene Bastos. elienebastos@terra.com.br
Espírito Santo
Comissão de Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB
Data da instalação - 29/04/2010
Coordenadora – Flávia Brandão Maia Perez - brandaomaia@uol.com.br
Goiás
Grupo de Trabalho da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB
Data de Instalação - 10/06/2010
Coordenadora - Chyntia Barcellos - chyntia@chyntiabarcellos.com.br
Mato Grosso
Comissão da Diversidade Sexual da OAB
Data da instalação - 30/01/2009
Presidente – Danielle Barros Garcia - adv_danielle_garcia@yahoo.com.br
Minas Gerais
Comissão da Diversidade Sexual
Data da instalação - 18/10/10
Presidente - Marisa Campos - marisa@marisacampos.adv.br
Minas Gerais - Juiz de Fora
Comissão da Diversidade Sexual
Data da criação – 14/10/2010
Coordenador - Fernando Menta Soares - menta.advocacia@yahoo.com.br
Pernambuco
Comissão de Apoio à Diversidade Sexual e Combate a Homofobia – CADSCH
Data da instalação - 17/04/2009
Presidente – Maria Rita de Holanda Silva Oliveira - holandabrasileiro.adv@hotmail.com
Pará
Comissão de Diversidade Sexual
Data da instalação - 04/05/2010
Coordenador - Samuel Luiz de Souza - samuelsouza.adv@gmail.com
Paraíba
Grupo para a Criação da Comissão da Diversidade Humana e Dignidade Sexual
Coordenador - João Baptista de Mello Neto - jbaptista_neto@hotmail.com
Paraná
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenadora - Ana Carla Harmatiuk Matos – a.c.matos@uol.com.br
Rio de Janeiro
Comissão de Direito Homoafetivo do IBDFAM
Presidente - Marília Aruda - marilia.arruda@afp.adv.br
Data da Instalação - 10/11/2010
Comissão da Diversidade Sexual
Data da Instalação - 04/01/2011
Presidente - Raquel Pereira de Castro Araujo - raquelcastro.adv@gmail.com
Rio Grande do Norte
Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Intolerância
Data da instalação - 11/11/2010
Presidente – Fernando Gaburri - diversidade@oab-rn.org.br
Rio Grande do Sul
Comissão da Diversidade Sexual
Data da instalação - 01/12/2009
Presidente – Flávia Viegas Damé - fvdame@uol.com.br
Rondônia
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenador - Fabio Viana Oliveira - oliveirasadvocacia@gmail.com
Roraima
Grupo de Estudos da Diversidade Sexual
Coordenadora - Denise Cavalcante - denisecavalcanti@click21.com.br
Santa Catarina
Comissão da Diversidade Sexual
Data de instalação: 18/11/2010
Coordenadora - Maria Aparecida - effting@efftingadvogados.com.br
São Paulo
Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual – GADvS - http://www.gadvs.com.br/
Coordenadora - Ligia Conti - ligia_conti@yahoo.com.br
São Paulo - Campinas
Comissão de Direito Homoafetivo
Coordenadora - Maria Helena Almeida - mhalmeida-42@uol.com.br
São Paulo - Guarulhos
Comissão de Direitos da Diversidade Sexual
Data da instalação - 01/01/2010
Presidente – Mariana Panariello Paulenas - marianapp@gmail.com
São Paulo - Santo André
Comissão de Defesa dos Direitos da Diversidade Sexual e Homoafetividade - CDDS
Data da instalação - 11/08/2010
Presidente - Eliane Ferreira de Laurentis - elianedelaurentis@hotmail.com
São Paulo - Santos
Comissão da Diversidade Sexual
Data da aprovação – 10/10/2010.
Coordenadora - Rosangela Novaes - rosangela@litoral.com.br
Sergipe
Grupo para a Criação da Comissão da Diversidade
Coordenador - Thenisson Santana Doria - thedoria@infonet.com.br
Tocantins
Grupo para Criação da Comissão da Diversidade Sexual
Coordenador - Adriano Fernandes - afmafmafm@hotmail.com
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
ATIVIDADE DE VIVÊNCIA: ONG "HORIZONTES DA PAZ"
No dia 26 de janeiro de 2011 foi realizada uma entrevista com o José Wilson do Instituto Horizontes da Paz.
A ONG foi fundada em 2000 e teve seu primeiro evento realizado em 11 de junho daquele ano, no Parque das Mangabeiras. O evento contou com palestras e oficinas.
O objetivo da entidade é promover a educação em direitos humanos, a sustentabilidade ambiental, a inclusão social, étnico-racial e de gênero, o respeito à diversidade sexual, por uma cultura da paz.
Educador com mais de 30 anos na área de ensino, José Wilson descreveu, resumidamente, a sua trajetória na luta pelos direitos humanos, destacando as parcerias da ONG com outras entidades como a Secretaria Municipal de Educação, o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (Nuh-UFMG), o Conselho Municipal de Educação, a Associação Lésbica de Minas (ALEM), o Centro de Livre Orientação Sexual de Minas Gerais e Contagem (CELLOS - MG e CELLOS - Contagem), o Ministério da Educação, a Associação das Travestis e Transexuais de Minas Gerais (ASTRAV), O Clube Rainbow, além da participação significativa de gestores, educadores e estudantes das escolas municipais de Belo Horizonte.
Nosso encontro durou mais de quatro horas, o que possibilitou uma visão ampla do trabalho realizado pela entidade, com destaques pontuais para casos de homofobia, eventos realizados e projetos para o futuro. A estratégia traçada para o combate ao preconceito é de formar primeiramente os gestores das escolas, depois os professores e, finalmente, os funcionários.
Em 2006, a ONG dá um destaque na luta pela diversidade sexual e de gênero na educação e realiza o 1º Seminário de Formação de Diretores de Escola, em parceria com a SMED-BH e com o Nuh-UFMG.
Após a realização do Seminário, com o apoio do MEC através do projeto "Escola sem Homofobia", o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT passou a ofertar, na UFMG, o curso "Educação sem Homofobia" para educadores, dando assim continuidade à proposta inicial de formação para o combate ao precoceito contra a diversidade de gênero e pela livre orientação sexual. Este curso contou com apoio de várias entidades como o Horizontes da Paz e das demais entidades de apoio ao movimento LGBT em BH e em MG.
Em 2010, a ONG participa da realização do 2º Seminário de Orientação Sexual e Diversidade de Gênero, mais uma vez em parceria com várias outras entidades, tendo como público-alvo os diretores das escolas municipais de Belo Horizonte e trazendo palestrantes gabaritados para os debates.
Para José Wilson, a luta contra a homofobia está apenas começando, apesar de ter participado de inúmeros eventos sobre o tema em todo o país e acompanhar o assunto na mídia. Além disso, o educador e membro do Conselho Municipal de Educação tem, em seu arquivo pessoal, documentos de todos os tipos, desde leis até depoimentos de próprio punho sobre a homofobia.
Segundo ele, o próximo passo é continuar a formação de educadores , lutando para que o debate sobre os direitos humanos seja inserido na grade curricular obrigatória dos cursos de graduação. Além disso, a ONG defende a criação de uma pós-graduação dentro da temática da diversidade sexual.
Dentre os projetos está o lançamento de um livro que já está quase pronto, contendo vários artigos de autores diversos. Além disso, está em fase de planejamento um Seminário sobre a diversidade sexual, direcionado para estudantes.
Agradecemos à ONG Horizontes da Paz, na pessoa de José Wilson, pelo bate-papo. Foi ótimo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
ÁFRICA DO SUL: PARE O "ESTUPRO CORRETIVO"

O "estupro corretivo", uma prática horrenda de estuprar lésbicas para "curar" a sua sexualidade, se tornou uma crise na África do Sul.
Millicent Gaika (foto acima) foi atada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no ano passado. Ativistas sul-africanas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent desperte mudanças. O seu apelo para o Ministro da Justiça repercutiu tanto que conquistou 140.000 assinaturas, forçando o ministro a responder ao caso em rede nacional.
Se muitos de nós aderirem, conseguiremos amplificar esta campanha, ajudando a conquistar ações governamentais urgentes para acabar com o "estupro corretivo". Vamos demandar que o Presidente Zuma e o Ministro da Justiça condenem publicamente o "estupro corretivo", criminalizem crimes de preconceito e liderem uma guinada crucial contra o estupro e homofobia no país. Assine a petição agora e divulgue.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais em BH
Nuh/UFMG e Cellos-TRANS
Convidam
Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais em BH
Direitos Humanos e Cidadania Trans:
Acessando políticas públicas
Vídeos, Depoimentos e Debate
31 de janeiro de 2011
18h
Auditório do Conselho Regional de Psicologia
Rua Timbiras, 1532, 6o. andar, Lourdes, BH, MG
Evento aberto ao público
Realização: Nuh/UFMG e Cellos-TRANS
Apoio: Grupo Solidariedade e CRP-MG
sábado, 8 de janeiro de 2011
MANUAL DE COMUNICAÇÃO LGBT ON LINE
Manual militante tira dúvidas sobre a diversidade sexual
Manual pode ser baixado grátis
O correto é dizer o travesti ou a travesti? O que é gênero? O que é orientação sexual? Por que homossexualidade e não homossexualismo? Para pôr um fim a essas perguntas e guiar estudantes e profissionais da mídia, a militância brasileira elaborou e disponibilizou um manual bem prático que explica tudo isso de maneira correta, com respostas construídas com a colaboração de especialistas nos assuntos.
Lançado no começo do ano em Curitiba durante a Conferência Regional ILGA-LAC, o Manual de Comunicação LGBT é uma idealização da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros. Ele é voltado para estudantes, professores e estudantes da área de Comunicação e tem como objetivo “reduzir o uso inadequado e preconceituoso de terminologias que afetam a cidadania e a dignidade de 20 milhões de LGBT no País, seus familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho”.
São 48 páginas de um material que reúne as especificidades de todas as letras da sigla e fala ainda sobre união estável, HIV, direitos negados aos LGBT, símbolos da história do movimento e o Projeto de Lei da Câmara 122 de 2006, que criminaliza a homofobia. Indicado para todo mundo que quer conhecer melhor a diversidade sexual. Para baixar gratuitamente o Manual é só clicar:
Lançado no começo do ano em Curitiba durante a Conferência Regional ILGA-LAC, o Manual de Comunicação LGBT é uma idealização da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros. Ele é voltado para estudantes, professores e estudantes da área de Comunicação e tem como objetivo “reduzir o uso inadequado e preconceituoso de terminologias que afetam a cidadania e a dignidade de 20 milhões de LGBT no País, seus familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho”.
São 48 páginas de um material que reúne as especificidades de todas as letras da sigla e fala ainda sobre união estável, HIV, direitos negados aos LGBT, símbolos da história do movimento e o Projeto de Lei da Câmara 122 de 2006, que criminaliza a homofobia. Indicado para todo mundo que quer conhecer melhor a diversidade sexual. Para baixar gratuitamente o Manual é só clicar:
sábado, 18 de dezembro de 2010
Ministra de Direitos Humanos apoia adoção por casal gay
A futura ministra dos Direitos Humanos no governo Dilma Rousseff, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), disse que irá defender no Ministério a adoção de crianças por parte de casais homossexuais. Segundo o jornal Folha de S.Paulo deste sábado, a ministra defende que a criação de um filho independe da orientação sexual dos pais. A opinião de Maria do Rosário, pedagoga e um dos primeiros nomes a serem anunciados para o novo governo, pode esbarrar na ala evangélica do congresso, de acordo com a publicação.
A deputada federal quer uma política rígida contra a homofobia, classificando as recentes agressões a gays como assuntos de grande urgência para serem resolvidos, e afirmou que criará medidas contra estes crimes de forma imediata, assim que assumir o novo cargo. A pressa de Maria do Rosário é tanta que ela afirma que as leis que criminalizam a homofobia devem ser aprovadas sem nem passar pelo Congresso. Outro ponto controverso defendido pela nova ministra dos Direitos Humanos é a concessão de aposentadoria e benefícios previdenciários a prostitutas.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Brasil: sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos
Grupo Tortura Nunca Mais-RJ
Rio de Janeiro, São Paulo e Washington DC, 14 de dezembro de 2010 - A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), em uma sentença histórica notificada hoje, determinou a responsabilidade internacional do Brasil pelo desaparecimento forçado de, pelo menos, 70 camponeses e militantes da Guerrilha do Araguaia entre os anos de 1972 a 1974, durante a ditadura militar brasileira. Conforme compromisso assumido internacionalmente, é obrigatório e vinculante o pleno cumprimento desta sentença pelo país.
Esta é a primeira sentença contra o Brasil por crimes cometidos durante a ditadura militar, que permite discutir a herança autoritária do regime ditatorial e contribui para o estabelecimento de uma cultura do "Nunca Mais" no país.
O Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), o Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro (GTNM-RJ) e a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos de São Paulo (CFMDP-SP) atuam, desde 1995, em representação das vítimas e de seus familiares na denúncia internacional perante o sistema interamericano de proteção dos direitos humanos.
Ao longo do processo comprovaram cabalmente a responsabilidade internacional do Brasil pelo desaparecimento forçado das vítimas, pela total impunidade em relação a estes crimes e pela ausência de procedimentos eficazes para o estabelecimento da verdade no país. Assim, solicitaram diversas medidas de reparação, que abrangiam desde o conceito de reparação integral às vítimas e seus familiares, até medidas mais amplas, especialmente no que tange ao direito à verdade e à justiça, em relação à sociedade brasileira como um todo. Os fatos, as violações e as reparações mais destacadas que estabelece a sentença são as seguintes:
A Corte Interamericana determinou que as vítimas do presente caso foram desaparecidas por agentes do Estado. A sentença estabelece que o Brasil violou o direito à justiça, no que e refere à obrigação internacional de investigar, processar e sancionar os responsáveis pelos desaparecimentos forçados em virtude da interpretação prevalecente da Lei de Anistia brasileira, a qual permitiu a total impunidade deste crimes por mais de 30 anos.
A Corte determinou que esta interpretação da Lei de Anistia, reafirmada recentemente pelo Supremo Tribunal Federal, contraria o Direito Internacional. Nas palavras da Corte: "As (aquelas) disposições da Lei de Anistia brasileira que impedem a investigação e sanção de graves violações de direitos humanos são incompatíveis com a Convenção Americana, carecem de efeitos jurídicos e não podem seguir representando um obstáculo para a investigação dos fatos do presente caso (Araguaia)".
Assim, a Corte requereu que o Estado remova todos os obstáculos práticos e jurídicos para a investigação dos crimes, esclarecimento da verdade e responsabilização dos envolvidos. Também, o Tribunal reafirmou o alcance geral de sua decisão exigindo que as disposições da Lei de Anistia, que impedem as investigações penais, não possa representar um obstáculo a respeito de outros casos de graves violações de direitos humanos.
Quanto à ausência de informação oficial a Corte avançou substancialmente os parâmetros exigidos para proteção do direito de acesso à informação, incluindo o princípio da máxima divulgação e a necessidade de justificar qualquer negativa de prestar informação. A Corte também afirmou que é essencial que o Brasil adote as medidas necessárias para adequar sua legislação sobre acesso à informação em conformidade com o estabelecido na Convenção Americana.
Finalmente, no que se refere à negativa do Estado, por mais de três décadas, de garantir o direito à verdade aos familiares dos desaparecidos, a Corte Interamericana determinou que, em virtude do sofrimento causado aos mesmos, o Estado brasileiro é responsável por sua tortura psicológica e, entre outras coisas, determinou como medidas de reparação: a obrigação de investigar os fatos; a obrigação de realizar um ato publico de reconhecimento de sua responsabilidade; o desenvolvimento de iniciativas de busca e a continuidade na localização dos restos mortais dos desaparecidos; a sistematização e; a publicação de toda a informação sobre a Guerrilha do Araguaia e as violações de direitos humanos ocorridas durante o regime militar no Brasil.
Portanto, a sentença da Corte IDH no caso Gomes Lund e outros (Guerrilha do Araguaia) é paradigmática porque permitirá a reconstrução da memória histórica para as gerações futuras, o conhecimento da verdade e, principalmente, a construção, no âmbito da justiça, de novos parâmetros e práticas democráticas.
Segundo Vitória Grabois, familiar e vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais/ RJ: "A falta de informação por mais de 30 anos causou aos familiares dos guerrilheiros do Araguaia angústia, sofrimento e desconfiança nas instituições brasileiras. A sentença da Corte renova nossa esperança na justiça."
Nas palavras de Beatriz Affonso, diretora do programa do CEJIL para o Brasil: "Esperamos que a administração de Dilma Roussef demonstre que os governos democráticos não podem fechar os olhos aos crimes do passado e que se empenhe em saldar a dívida histórica do país. Já o Poder Judiciário, que é parte do Estado brasileiro, deve cumprir a decisão promovendo a investigação dos crimes cometidos durante a ditadura. Todos os cidadãos brasileiros devem ter certeza de que hoje, na democracia, a lei está ao alcance de todos, inclusive os agentes públicos e privados, civis e militares envolvidos em nome da repressão em crimes contra os cidadãos."
Segundo Criméia Schmidt de Almeida, familiar e Presidente da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos de São Paulo: " Essa sentença pode significar um passo importante na verdadeira redemocratização do país, eliminando os entraves ditatoriais que ainda persistem nas práticas dos agentes públicos. Como familiar espero que possa significar um ponto final a tantas incertezas que há quase 40 anos marcam com angústia a nossa vida"
Neste sentido Viviana Krsticevic, diretora executiva do CEJIL disse: "América Latina tem avançado significativamente na resolução dos crimes contra a humanidade cometidos por governos ditatoriais. O Brasil, no entanto, ainda está em dívida com os familiares e a sociedade no estabelecimento da verdade e da justiça relacionadas a este tema. Esta sentença representa uma oportunidade única para que o Brasil demonstre que é capaz de liderar tanto no âmbito internacional como nacional os temas relacionados aos direitos humanos e democracia. Para isto, o Brasil deve deixar sem efei tos os aspectos da lei de anistia que impedem a justiça frente a crimes contra a humanidade."
A sentença está disponível no website da Corte Interamericana:
Para mais informações:
Centro pela Justiça e o Direito Internacional:
Beatriz Affonso +55 21 2533 1660 ou 7843-7285
Viviana Krsticevic +1 202 319 3000 ou celular: 1-202-651-0706
Millie Legrain +1 202 319 3000
Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro: +55 21 2286 8762 ou 21 8103-5657
Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos de São Paulo: +55 11 3101-5549
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ATIVIDADE DE VIVÊNCIA - INSTITUTO HELENA GRECO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
Corte Interamericana de Direitos Humanos
http://www.corteidh.or.cr/composicion.cfm
sábado, 11 de dezembro de 2010
Conselho Nacional de Combate à Discriminação
Sáb, 11 Dez, 10h37
Após a série de ataques a homossexuais na Avenida Paulista, o governo federal reformou ontem o Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD). Criado em 2001, o órgão ligado diretamente à Secretaria Especial de Direitos Humanos passará a ter a missão de formular políticas para o governo federal que ajudem no combate à discriminação de homossexuais.
O conselho terá 30 integrantes - 15 do próprio governo e outros 15 representantes da sociedade civil - indicados por entidades sem fins lucrativos, incluindo organizações de defesa dos homossexuais, entidades científicas que desenvolvam estudos sobre essa população, entidades de classe e sindicatos que atuem nessa área. Os conselheiros deverão ser indicados em até 90 dias. O CNCD foi uma das sugestões da 1.ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, realizada neste ano em Brasília. O CNCD também receberá denúncias.
Vigilância
Em São Paulo, a Polícia Militar informou ontem que vai ampliar ainda mais o policiamento na área da Paulista. Conforme o jornal O Estado de S. Paulo mostrou na segunda-feira, a região central da capital, que inclui a área da Avenida Paulista, é a que mais concentra ataques homofóbicos, segundo estudo inédito das 316 denúncias recebidas pelo Centro de Combate à Homofobia da Coordenadoria de Diversidade Sexual (Cads) entre julho de 2006 e dezembro do ano passado. Nas 50 situações de violência física relatadas, 20% são em casa, 2% no trabalho e 78% no espaço público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
DIREITOS HUMANOS - EVENTOS EM BELO HORIZONTE
5 SEMANA DOS DIREITOS HUMANOS - IGUAIS NA DIFERENÇA
PROGRAMAÇÃO
FILMES
5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
Cine Humberto Mauro
136 lugares
Av. Afonso Pena, 1537
Centro | 30130-004
(31) 3236-7400
Av. Afonso Pena, 1537
Centro | 30130-004
(31) 3236-7400
PROGRAMAÇÃO EM BELO HORIZONTE
De 13 a 19 de dezembro
ENTRADA FRANCA
13/12 - SEGUNDA-FEIRA
21h – Sessão de Abertura
VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)
PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
15h
KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)
Classificação indicativa: livre
17h
A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)
ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
19h
A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min, 1975, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
15h – Audiodescrição
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 12 anos
17h
HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
19h
DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 16 anos
15h – Audiodescrição
PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 14 anos
17h
A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
19h
ALOHA - Paula Luana Maia / Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
15h
ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)
108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
17h
VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
19h
A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
14h
MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)
JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h
HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
18h
MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 14 anos
20h
O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)
Classificação indicativa: livre
14h
DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)
AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
18h
O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 10 anos
20h
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
* O formato de exibição dos filmes é DVCAM.
13/12 - SEGUNDA-FEIRA
21h – Sessão de Abertura
VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)
PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
14/12 - TERÇA-FEIRA
15h
KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)
Classificação indicativa: livre
17h
A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)
ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
19h
A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min, 1975, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
15/12 – QUARTA-FEIRA
15h – Audiodescrição
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 12 anos
17h
HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
19h
DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 16 anos
16/12 – QUINTA-FEIRA
15h – Audiodescrição
PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 14 anos
17h
A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
19h
ALOHA - Paula Luana Maia / Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
17/12 – SEXTA-FEIRA
15h
ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)
108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
17h
VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
19h
A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
18/12 – SÁBADO
14h
MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)
JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h
HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
18h
MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 14 anos
20h
O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)
Classificação indicativa: livre
19/12 – DOMINGO
14h
DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)
AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
18h
O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 10 anos
20h
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
* O formato de exibição dos filmes é DVCAM.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil Intolerância e respeito às diferenças sexuais Resultados - Módulo I - Survey Nacional
Dentre os resultados, veja os gráficos abaixo. Para visualizar todos os gráficos, visite o link da pesquisa.
METODOLOGIA
Módulo I - Survey Nacional
Universo: população brasileira urbana adulta (16 anos e mais).
Amostragem: probabilística nos primeiros estágios (sorteio dos municípios, dos setores censitários e domicílios), combinada com controle de cotas de sexo e idade (Censo 2000, estimativa 2005, IBGE) para a seleção dos indivíduos (estágio final). A amostra total foi composta por 2.014 entrevistas, dividida em duas sub-amostras espelhadas, de 1.012 (A) e 1.002 (B) entrevistas.
Dispersão geográfica: 150 municípios (pequenos, médios e grandes), distribuídos nas cinco macro-regiões do país (Sudeste, Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste).
Entrevistas: face-a-face, domiciliares, com aplicação de questionários estruturados, somando 92 perguntas (cerca de 250 variáveis). Para evitar tempo médio de entrevista superior a uma hora de duração, parte das perguntas foram distribuídas em duas versões de questionário (A e B), mantendo-se 40 perguntas em comum a ambas. As duas versões foram aplicadas conforme distribuição das respectivas sub-amostras (A e B).
Margens de erro: até ± 2 pontos percentuais nas perguntas aplicadas ao total da amostra e de até ± 3 p.p. nas perguntas aplicadas apenas nas amostras A ou B, com intervalo de confiança de 95%.
Margens de erro: até ± 2 pontos percentuais nas perguntas aplicadas ao total da amostra e de até ± 3 p.p. nas perguntas aplicadas apenas nas amostras A ou B, com intervalo de confiança de 95%.
Data do campo: 07 a 22 de junho de 2008.
Iniciativa: Fundação Perseu Abramo (FPA), em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo Stiftung (RLS)..
Responsabilidade técnica: Gustavo Venturi (professor de Sociologia da FFLCH-USP) e Núcleo de Opinião Pública da FPA, sob a coordenação de Marisol Recamán. Analista, Vilma Bokany; processamento de dados, Rita Dias.
Responsabilidade técnica: Gustavo Venturi (professor de Sociologia da FFLCH-USP) e Núcleo de Opinião Pública da FPA, sob a coordenação de Marisol Recamán. Analista, Vilma Bokany; processamento de dados, Rita Dias.
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Módulo II - Lésbicas e Gays
Universo: pessoas homo e bissexuais adultas (18 anos e mais), residentes nas 9 maiores regiões metropolitanas do Brasil.
Amostragem: intencional, do tipo “bola de neve”, obtida por meio de indicações (‘sementes’) colhidas em amostra de survey nacional com a população de 16 anos e mais (150 municípios de 25 UFs), multiplicadas a partir de indicação de novas pessoas e de pontos de frequencia de homossexuais. Amostra estratificada por controle de cotas de sexo biológico para composição equilibrada entre gays e lésbicas, totalizando 413 entrevistas.
Dispersão geográfica: 18 municípios das seguintes regiões metropolitanas: grandes São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
Dispersão geográfica: 18 municípios das seguintes regiões metropolitanas: grandes São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
Entrevistas: indicadas e agendadas, realizadas face-a-face, com aplicação de questionários estruturados, somando 71 perguntas (cerca de 200 variáveis). Parte das perguntas foram comuns à amostra do survey nacional, de modo a manter a comparabilidade dos resultados.
Data do campo: 05 a 23 de janeiro de 2009.
Iniciativa: Fundação Perseu Abramo (FPA), em paeceria com a Rosa Luxemburgo Stiftung (RLS).
Responsabilidade técnica: Gustavo Venturi (professor de Sociologia da FFLCH-USP) e Núcleo de Opinião Pública da FPA, sob a coordenação de Marisol Recamán. Analista, Vilma Bokany; processamento de dados, Rita Dias.
Publicado em 08/02/2009. Atualizado (dados do Módulo II) em 03/05/2009
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